sábado, 5 de dezembro de 2015

Minha amiga hipotética

Não me lembro o nome dela, neste instante me falha a memória, mas se tem uma coisa que me recordo é do que temos em comum: nós duas amamos comer.

Imagem mera - e infelizmente - ilustrativa

Sorvete, pamonha, pizza, bolo, brigadeiro, coxinha... E tudo mais que a gente saliva e sente água na boca só de imaginar.

Esse cardápio pode não ser dos mais saudáveis, mas é daqueles que torna o ato de comer não somente uma obrigação de nutrir o corpo, mas algo prazeroso.

Para uns, isso pode soar como bobagem, para outros, pode parecer gula. Mas a ideia aqui é que parar de vez em quando para se deliciar com lanchinhos saborosos enquanto conversa com amigos é um daqueles poucos prazeres que nós não devemos nos privar. E, pelo que parece, isso não muda com o passar dos tempos, e é bom em qualquer idade, seja aos 24, seja aos 70 anos.

E é por isso que eu me identifiquei com aquela senhora simpática. E aposto que se a gente sentasse algum dia para comer alguma gordice, iríamos conversar e nos deliciar o dia inteiro!

Autora: Nahida Almeida Ghattas

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