No
dia 03/10, eu e um grupo de amigos visitamos um asilo. Chegamos lá
por volta das 14h, horário em que os idosos já tinham almoçado, e
estavam descansando.
Em
seguida, fomos conversar com eles que ali moravam. Nessa conversa, os
idosos nos contaram partes de sua realidade cotidiana e história de
vida. Chamou minha atenção a felicidade que alguns deles ficaram
pelo simples fato da gente ter dado um pouco da nossa atenção a
eles.
| Vitória (no centro de branco) e seus amigos durante a visita ao asilo |
No
entanto, ficou evidente por meio da conversa, que a maior carência
deles é afetiva. Muitos foram esquecidos pela família, que não
realizam visitas, nem nas datas importantes. Fiquei muito comovida
com tudo que pude ver lá, em especial de uma senhora que me contou
que é sozinha no mundo, que não tem mais parentes.
Isso
trouxe para mim uma nova formar de olhar a vida, porque com alguns
depoimentos pude perceber que, às vezes, a felicidade se encontra
nas simples coisas da vida, como um carinho, uma atenção e
gentileza. Esses detalhes fazem toda diferença.
Eu
só quero agradecer por ter ido lá, por ter aprendido todas essas
coisas, e por saber que essa visita fez toda diferença para esses
idosos.
Autora: Vitória Ercolini
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