domingo, 6 de dezembro de 2015

O tempo

O tempo passa rapidamente para todos nós. Nascemos, crescemos e envelhecemos, é assim para todos como um ciclo, um ciclo que rege todos os seres vivos. 
E qual a primeira coisa que lhe vêm à mente, quando se ouve a palavra velhice?
Imagem: Via hierophant.com.br
Podemos associar a rugas, porém, essas marcas são apenas lembretes do que aquela pele sentiu, de todas as sensações, todos os prazeres e dores, de todos os amores e desamores. A memória já não é mais a mesma, se esquecem das coisas do agora, todavia trazem o passado consigo.
Sentem-no como se fosse o presente. Todas as pessoas que participaram das suas vidas, talvez hoje mortas, estão vivas, são e salvas. A perda nunca os ocorreu e não pode-se julgar, talvez tenha sido a forma menor dolorosa de suportá-las. Mas para quem sabe que o passado está distante, é impossível contar a própria história sem se emocionar. Sem lembrar de cada perda, derrota, de cada vitória, cada escolha, de todos os caminhos de mão dupla que as envolveram.
É com orgulho que contam o que são hoje, tudo o que passaram para chegar onde chegaram. Mesmo com toda a nostalgia, sabem, que cada segundo valeu a pena e nós que vivemos o futuro passado como presente, devemos aproveitar.
Pois nada substitui a sensação de olhar para trás, ver todas as situações, todas as risadas e sorrisos, todas as vezes que chorou e perdeu a calma, quando passou por coisas marcantes e todos os momentos que nada aconteceu, como as tardes preguiçosas de domingo, todas as pessoas que conheceu, que amou ou odiou, nada é maior do que olhar e sentir-se vitorioso com a vida.
O tempo passa rapidamente para todos nós.
Autoras: Beatriz Miranda e Laura Chaile

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