O tempo passa rapidamente para
todos nós. Nascemos, crescemos e envelhecemos, é assim para todos
como um ciclo, um ciclo que rege todos os seres vivos.
E qual a primeira
coisa que lhe vêm à mente, quando se ouve a palavra velhice?
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| Imagem: Via hierophant.com.br |
Podemos associar a rugas,
porém, essas marcas são apenas lembretes do que aquela pele sentiu,
de todas as sensações, todos os prazeres e dores, de todos os
amores e desamores. A memória já não é mais a mesma, se esquecem
das coisas do agora, todavia trazem o passado consigo.
Sentem-no como se fosse o
presente. Todas as pessoas que participaram das suas vidas, talvez
hoje mortas, estão vivas, são e salvas. A perda nunca os ocorreu e
não pode-se julgar, talvez tenha sido a forma menor dolorosa de
suportá-las. Mas para quem sabe que o passado está distante, é
impossível contar a própria história sem se emocionar. Sem lembrar
de cada perda, derrota, de cada vitória, cada escolha, de todos os
caminhos de mão dupla que as envolveram.
É com orgulho que contam o
que são hoje, tudo o que passaram para chegar onde chegaram. Mesmo
com toda a nostalgia, sabem, que cada segundo valeu a pena e nós que
vivemos o futuro passado como presente, devemos aproveitar.
Pois nada
substitui a sensação de olhar para trás, ver todas as situações,
todas as risadas e sorrisos, todas as vezes que chorou e perdeu a
calma, quando passou por coisas marcantes e todos os momentos que
nada aconteceu, como as tardes preguiçosas de domingo, todas as
pessoas que conheceu, que amou ou odiou, nada é maior do que olhar e
sentir-se vitorioso com a vida.
O tempo passa rapidamente para todos
nós.
Autoras: Beatriz Miranda e Laura Chaile

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